Como consegues
Sim, diz-me como consegues
Caminhar em frente
Mesmo quando com fúria
Teu deleite foi arrancado
e tuas súplicas de nada serviram?
Admiro a tua coragem bela feiticeira
Que tal como a Fénix
Morrestes no fogo
De cabeça erguida
De olhos postos nas labaredas
Que dançando percorriam teu corpo
Com uma euforia desenfreada
Que quando com a morte te deparastes
E quando tua alma foi humilhada
Recusastes renegar a mãe terra
E aceitastes teu destino
Como quem olha
Com olhos de gratidão
E isso eles não te puderam tirar
Nunca conseguiram vencer-te
E eles sabiam disso
Por isso expuseram-te
A uma dor árdua
Capaz de queimas o teu peito
Mais que o próprio fogo
a que depois te submeteram
Mas de nada serviu
Como gostava de lá ter estado
Assistido à morte de uma futura Deusa
Que se sacrificou sem humilhar os seus
Em nome da magia.
Sim, diz-me como consegues
Caminhar em frente
Mesmo quando com fúria
Teu deleite foi arrancado
e tuas súplicas de nada serviram?
Admiro a tua coragem bela feiticeira
Que tal como a Fénix
Morrestes no fogo
De cabeça erguida
De olhos postos nas labaredas
Que dançando percorriam teu corpo
Com uma euforia desenfreada
Que quando com a morte te deparastes
E quando tua alma foi humilhada
Recusastes renegar a mãe terra
E aceitastes teu destino
Como quem olha
Com olhos de gratidão
E isso eles não te puderam tirar
Nunca conseguiram vencer-te
E eles sabiam disso
Por isso expuseram-te
A uma dor árdua
Capaz de queimas o teu peito
Mais que o próprio fogo
a que depois te submeteram
Mas de nada serviu
Como gostava de lá ter estado
Assistido à morte de uma futura Deusa
Que se sacrificou sem humilhar os seus
Em nome da magia.
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