terça-feira, 28 de Agosto de 2007

O Lobo Entre Cordeiros

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Procura a alma que está manchada de sangue
E encontrarás o traidor,
Mas por favor, minha senhora!
Não caia outra vez nos seus sorrisos enganadores
E nos seus olhares sufocantes
E com gestos inebriantes
Perfura-lhe o coração
Tal como ele te fez a ti em tempos…
Porque um traidor há-de ser sempre um traidor
Pois, embora seja possível limpar o sangue do seu corpo,
A sua alma há-de ficar para sempre marcada!
Vá senhora!
Apresse-se por entre estes caminhos de túlipas e begónias
E encontre a alma manchada de sangue,
A que esconde o seu verdadeiro rosto…
Vá, minha senhora!,
Antes que toque para a meia-noite,
E descobra o lobo entre cordeiros.


Citações
  1. Dark water... Dark water... Sometimes fast, sometimes slow... Dark water... Dark water... Why are you spotted of blood?
  2. In the End of a night I see you, shining among the flowers of an infinite garden.
  3. Tell me the truth. Who are you? God of a life that I hate or sir of the death that I wish?
Dedicação



"Será que a morte é um voo eterno?
Se sim, não te menti quando disse que ias voar
mais alto do que qualquer um..."
[Em homenagem a um amigo]

quarta-feira, 15 de Agosto de 2007

Boneca de Porcelana

Perdoa-me se te magoo, linda boneca de porcelana,
Mas é que és tão absurdamente frágil
Que sinto vontade de te partir.
Mas não me leves a mal.
É que eu sou um predador
E é mesmo coisa de predador
Perseguir e torturar seus brinquedos…
Com certeza compreendes-me.
Também tu utilizando teu charme
Para matar tolos inocentes
Mereces um aplauso.
Até eu teria caído
Caso tivesse coração …

sexta-feira, 10 de Agosto de 2007

Os Cavaleiros Negros


Quem são eles?

Figuras pintadas de negro
Por humanos egoístas
Marchando com seus cavalos de pedra
Chorando lágrimas de sangue

Senhores da morte?
Talvez, pois não conheceram a vida
A vida que lhes foi roubada
Pela grande torre no além

Vibrações de melodias cortam os ares
A terra, farta de ser pisada, reclama
E todo o mundo torna-se num manto negro
Impenetrável…

Quem marcha e canta esta bela sinfonia?
Serão os anjos da morte?
Os deuses caídos?
Os atormentados?

Sim, são eles
Cavalgando seus lindos cavalos
Negros como as cinzas
Olhos vermelhos como o sangue…

Tocando suas trombetas
Anunciando o final
E fazendo os mortos agitarem-se nas tumbas
Temendo o mal…

O Apocalipse ou a Ascensão dos Atormentados…

Adeus belos seres
Que cometeram o erro de julgar serem eternos
Que sua raça permaneça sobre o seio da pobre Mãe terra
A Nova Era vai começar!

E lá vão eles…
Arrancando a alma dos homens…
Deliciando-se com suas maravilhas
Um por um sucumbiram…

Isto tudo por causa da grande torre
Que decide quem é o senhor e os servos
Que decide quem tem alma
E quem a finge ter…

Mas para mim que me importa?
Não é a primeira vez que presencio isto
O objecto tornar-se no possuidor
E o possuidor tornar-se num comum objecto

Fantoche nas mãos de uma estúpida criança
Que se encanta com seus movimentos
E aprende a não chorar
Quando estes derramam sangue

Nada muda, a minha monotonia continua
Nem sei porquê que os cavaleiros querem ter alma, coração e ser grandes
Se algum dia irão também cair…

Desta x resolvi fzr 1 poema maior, as duas frases a negrito são subtítulos... ^0^
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A Gaia Ciência

"O homem louco se lançou para o meio deles e trespassou-os com seu olhar: "Para onde foi Deus?", gritou ele, "já lhes direi! Nós o matamos — vocês e eu. Somos todos seus assassinos! Mas como fizemos isso? Como conseguimos beber inteiramente o mar? Quem nos deu a esponja para apagar o horizonte? Que fizemos nós, ao desatar a terra do seu sol? Para onde se move ela agora? Para onde nos movemos nós? Para longe de todos os sóis? Não caímos continuamente? Para trás para os lados, para a frente, em todas as direções? Existe ainda 'em cima' e 'embaixo'? Não vagamos como que através de um nada infinito? Não sentimos anoitecer eternamente? Não temos de acender lanternas de manhã? Não ouvimos o barulho dos coveiros a enterrar Deus? Não sentimos o cheiro da putrefação divina? — também os deuses apodrecem! Deus está morto! Deus continua morto! E nós o matamos! Como nos consolar, nós assassinos entre os assassinos? O mais forte e mais sagrado que o mundo até então possuía sangrou inteiro sob os nossos punhais — quem nos limpará este sangue? Com que água poderíamos nos lavar? A grandeza desse ato não é demasiado grande para nós? Não deveríamos nós mesmos nos tornar deuses, para ao menos parecer dignos dele? Nunca houve um ato maior — e quem vier depois de nós pertencerá, por causa desse ato, a uma história mais elevada que toda a história até então!"

Frases escrita pelo filósofo alemão Nietzsche

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Nunca entendi nem axo k algum dia venha vir a entender pk os humanos têm medo e rejeitam td o k seja diferente. Pff, expliquem-me. Expliquem-me qual é o mal ds pratos chineses, das lésbicas, dos árabes, d homens k s vestem segundo a sociedade hipócrita "como mulheres" e das mulheres que se vestem a seu livre gosto? Abram os olhos por favor e vejam k somos tds irmãos ou então será melhor selar o seu coração eternamente, pois pessoas assim não têm direito a amar...

quinta-feira, 9 de Agosto de 2007

Ilusões de Uma Princesa



Pobre de ti que julgastes ser livre,
Que teu manto era dos mais belos,
Que teus olhos valiam mais que diamantes.
Observa,
É a única coisa que te peço.
Observa aquela rapariga
Que brinca com as folhas
E finge ser fada.
Que tem ela melhor que tu?
Asas, belas e sublimes,
Feitas com sua imaginação,
Tão grandes e tão ilustres
Que a mais bela princesa
A seus olhos nada é.


Hoje enclinei-me sobre a varanda pintada de castanho da minha casa e fiquei ali, de pé, a ouvir as histórias que o vento me contava. Ou, para ser mais precisa, a fingir ouvir histórias pois, tal como Fernando Pessoa disse, o vento só fala de si mesmo, caso contrário não seria vento, e quem disse que ele fala das montanhas, dos rios e das árvores é mentiroso... Mas não acredito que Fernando Pessoa esteja correcto Para mim, o vento é apenas vento e eu adoro-o por causa disso. Ele não me conta histórias sobre montanhas, rios e árvores, mas também não me fala de si mesmo e quem me dizer isto também é mentiroso...

D. Gray-Man!!!

Embora com algumas divergências, admiro Fernado Pessoa pela simplicidade com que escreve poemas, como quem prepara café, e ao mesmo tempo com uma complexidade semelhante à do imenso céu que percorre os nossos domínios e a nossa imaginação...
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"O Futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos..."

segunda-feira, 6 de Agosto de 2007

Alma Perdida

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Minha alma perdida
Vagueia por caminhos incertos
Pálida como um fantasma,
Feita louca por descobrir
Uma brecha para este mundo
Com anseio de se unir a mim
Pois uma alma sem corpo
É o mesmo que estar morto.
Mas como conseguirá ela chegar até mim?
Projectando-se nos meus sonhos,
Desmaterializando o seu ser?
A mim parece-me que não...
Ela vai ter de dizer adeus,
Acabar por Desistir
E Sufocar-se num foco de solidão,
Pois só assim dará espaço para que eu me liberte
E me una a ela.
Quem sabe?
No poço mais fundo dos infernos…

Cada dia que se passa mais adoro a minha cripta ms estou cm 1 grande dificuldade em encontrar Anjos Caídos que tenham um blog, tal como eu ... :( -

Dark kisses

Chevalier Noir

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domingo, 5 de Agosto de 2007

Aparição


meses que era assombrado pela tua voz fria, percorria minha mente e sussurrava-me ao de leve para, junto com meu amado pai, abandonar esta casa e todo o terreno que a rodeava, entregá-la à natureza e deixar que esta se recompôs-se como anteriormente. Mas recompôs-se de quê? Impossível de qualquer forma! Embora estivesse completamente convencido que eras omnisciente e que já mais seria capaz de me libertar de ti preferiria até morrer a entregar a casa onde minha mãe tinha crescido, tornando-se mulher e decidido unir laços com meu pai e criar uma família. Eu sabia o quanto ela a adorava, passava manhãs a ver as rosas, o sol e as formigas que por lá passavam atarefadas. Tinha morrido de doença, calmamente, pelo menos tinha sido isto que o médico nos dissera com o seu ar sério e despreocupado habitual de todos os médicos. Felizmente já era um homem quando tal acontecera mas não pode deixar de verter lágrimas como nos meus tempos de infância quando chegava a casa com a roupa suja e completamente exausto. Isto, porque tal como minha adorada mãe sempre tinha sido doente eu também o era. Frequentemente tentava mostrar aos outros miúdos que era tão rápido e forte quanto estes e acabava na cama, com minha mãe debruçada sobre mim a chorar e com meu pai a gritar com o médico. Mas de qualquer forma estes tempos já tinham passado, agora era um homem, que, embora pálido e mais fraco que o habitual sabia pensar por minha própria cabeça e tirar conclusões acertadas. E nesta altura achei que a melhor coisa a se fazer era falar com meu pai acerca de ti mas ele de nada fizera, acho que ele não acreditou em mim, temia que tivesse ficado insano assim como um parente afastado meu. Mas afinal que esperava eu? Ouvia vozes constantemente, nem durante a noite tu me deixavas descansado, descobrias brechas em minha mente, mergulhavas no mais profundo do meu ser e entravas em meus sonhos, aterrorizando-me com tua voz melodiosa, típica das mulheres. Constantemente acordava em devaneios e gritava amedrontado por ajuda mas de nada servia. Quantas vezes o médico foi a minha casa, quantas vezes este disse que os meus ataques de loucura em nada tinham haver com a minha doença e quantas vezes vi-o a puxar meu pai para um canto com uma cumplicidade habitual de quem já o conhece à muito tempo e com uma voz de quem tem pena mas que acha que não à nada a fazer reconfortando meu pai e dizendo que eu sempre tinha tido “cabeça fraca” tal como minha mãe. Mas desde quando minha mãe era fraca de espírito ou até mesmo louca? Porque eles não entendiam que apenas esta era diferente e via as coisas de outra forma? Foi aí que me comecei a enclausurar-me cada vez mais, meu pai e o médico agora eram inimigos, e meus amigos não eram de confiança, olhavam para mim como quem tem pena e eu era incapaz de suportar este olhar. Agora só me restava tu, abri completamente minha mente a ti, deixei que transpusesses as minhas recordações e agora era constantemente invadido por teus sussurros. Eras já uma presença habitual, come se fosse-mos amigos. De certa forma sentia-me como que sempre te tinha conhecido, e, pouco a pouco os laços foram tornando-se mais fortes. Era capaz de ver agora a tua figura como uma aparição reluzente. Teus cabelos loiros caiam por tua face pálida e teus olhos estavam sempre cheios de lágrimas, como um rio incerto. Mas o teu vestido sem adornos, branco e comprido estava constantemente manchado de um sangue vermelho escuro e era isso que mais me assustava. Sim, aquele sangue que percorria teu belo corpo e os teus olhos cobertos de lágrimas metiam-me pena e fazia-me lembrar a dor que também eu tinha sentido quando minha mãe tinha seus ataques habituais e caia em cima da cama com um ar tão fantasmagórico que quase parecia já estar morta. Perguntei-te então que podia fazer por ti e foi então que me respondestes o que eu já esperava.
- Abandonem, abandonem esta casa… Não acham que já foi derramado sangue a mais de inocente?
- Sangue… que sangue foi derramado nesta casa? Que mentes foram corrompidas?
Mas a única resposta que fui capaz de obter foi um silencio arrepiante que se prolongou por toda a noite. No dia seguinte a primeira coisa que fui fazer foi implorar a meu pai que abandonasse-mos essa estranha casa na qual eu estava familiarizado desde meu nascimento. Mas meu pai era como os outros homens, preocupava-se primeiro com o dinheiro e era incapaz de entender o porquê de deixar-mos a casa na qual eu tinha crescido e ainda por cima não receber dinheiro em troca desta. O que nada pode responder de plausível pois nem eu sabia bem ao certo. Foi assim que se encerrou o assunto por hoje, mas isso não significava uma perda, agora dedicava-me inteiramente de corpo e mente a tentar arranjar uma forma de abandonar-mos finalmente esta casa e assim poder ajudar-te. Dias após dias tive respostas negativas de meu pai que cada vez mais me odiava. Discutia-mos todo o dia e depois ele saia da sala com a cara toda vermelha e perdigotos a caírem-lhe pela barba. Parecia impossível que meu pai fosse tão teimoso em relação a deixar esta casa já que ele não tinha o mesmo amor e dedicação a ela que minha amada mãe. Tudo pareceu um sonho tornado realidade quando, após a lua ter completado a sua viajem, meu pai acabou por concordar comigo. Mesmo assim fui capaz de ver na sua cara um misto de pena e de fúria. Mas isto de nada me importou, sempre tinha sido uma pessoa calma capaz de suportar qualquer tipo de olhar frio e, embora agora pareça-me impossível, naquela altura a última coisa que menos me importava era com o facto de eu e meu pai ser-mos incapazes de manter uma conversa por mais de dez minutos e de este constantemente olhar para mim de uma forma estranha. A verdade é que eu, mais do que ele, tinha mudado, estava cada vez mais distante, sarcástico, filosóficos e não podia compreender como alguma vez tinha pertencido a este mundo. Lembro-me que antes de sair com as malas, tu, pela primeira vez olhas-te para mim com olhos de como quem olha para um amigo a qual é capaz de relatar tudo. Nesta altura trocamos olhares e falamos com o coração e não com a boca.
- Obrigada - proferistes tu e depois desviastes teus olhos verde alface dos meus e desaparecestes no meio do relvado queimado pelo sol. Podia ter acabado tudo aqui se a minha curiosidade não tivesse levado avante e eu tivesse decidido seguir-te. Meu pai ainda disse qualquer coisa mas eu, com a minha mente a voar cada vez mais longe fui incapaz de o ouvir. Quando cheguei ao fim do quintal a única coisa que cheguei a presenciar foi tu, feito uma aparição atravessando o tronco de uma árvore morta em direcção a sabe se lá onde... Aí olhei em meu redor e vi muitas outras árvores que assim como aquela tinham sido cortadas pelo meu pai num ataque de loucura inicial após a morte da minha mãe. Lembro-me ainda de reclamar utilizando o bom nome desta, mas de nada serviu. E com os olhos cobertos de lágrimas olhei para aquelas árvores e nelas não vi apenas simples árvores vi também o teu rosto e, por uns minutos, pareceu-me ver sobreposto com tua face pálida a de minha mãe. Mas claro que de certeza que devia estar a imaginar… E, dito isso, regressei ter com meu pai.

« FIM »

"Não é com sangue que se há-de sufocar a razão".
Espero k estejam gostado!!!! >_> ... *please comentem*

sábado, 4 de Agosto de 2007

A Festa de Chá


Bem vindo, bem vindo
À minha festa de chá!
Basta não seres humano
Para poderes lá entrar!
Senta-te e serve-te.
Temos de tudo
Desde pequenas pedras
A folhas de pinheiro
E claro está,
Como não podia deixar de ser,
Chá com açúcar.
Ursos e bonecas,
Espadas e cartas,
Bules raiados de rosa,
Todos eles fazer-te-ão companhia.
Mas cuidado! Cuidado!
Aí vem um humano!
Escondam-se! Escondam-se!
A festa de chá acabou.


.... para a próxima vez vou publicar 1 conto chamado Aparição (da minha autoria é claro! todos os trabalhos publicados são da minha autoria!!!!!) :)



A história fala de um homem que é constantemente assombrado por uma aparição que lhe diz nunca mais lhe deixar ter sossego a não ser que este, junto com o seu pai, abandone a casa na qual cresceu e onde morreu a sua mãe. O género que predomina na minha história é o suspense e ela tem cerca de uma página e um pouco de outra (as letra são Times New Roman, tamanho 12). Tive a pensar e uma das próximas histórias que escreverei terá que ter fantasia ou então ser um romance de terror...



Eu acho que devia escrever um poema com um título que se assemelhasse a qualquer coisa desse género " O Terror dos Laços de Sangue", por causa das visitas anuais dos meus parentes por volta do Verão. São um verdadeiro terror! Como devem imaginar... Primeira tocam à campainha, depois comprimentam-me com as suas vozes esganiçadas e por último, passam as próximas horas a discutir sobre assuntos desinteressantes da actualidade (+ especificamente, a intrometerem-se na vida dos outros) o que confesso que com o passar do tempo se torna ligeiramente irritante (principalmenente para mim que me irrito facilmente). Felizmente que não sou humano e, como tal, tenho uma capacidade enorme para "desaparecer"...



Mas de qualquer forma, estive a pensar e decidi ler o Perfume. Vocês também devem experimentar pois é um livro muito giro que relata a história de um assassíno que mata mulheres em busca do perfume perfeito ...



(NÃO LEIAM O RESTO CASO NÃO QUEIRAM APANHAR SPOILERS)



... no final ele é comido pela população em peso que não conseguem "resistir-lhe" graças ao perfume que ele obteve após matar inumeras mulheres...



vejm o resumo do livro no wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Perfume





sexta-feira, 3 de Agosto de 2007

Lúcifer


Eu vou escrever na minha alma
para não mais esquecer
tudo o que te fizeram...
Pobre de ti, ó grande Lúcifer!
Cortaram-te as asas,
Prenderam-te numa redoma de cristal.
Mas que importa se é de cristal?
Não passa de uma redoma...
Tu és como uma borboleta
que anseia pela liberdade...
Mas eu já sabia que eras diferente...
Quando os outros se ajoelhavam perante Ele
Perguntavas o porquê.
Eras dotado da terceira visão,
Teus olhos eram capazes de ver
coisas que os outros não viam,
Tuas asas eram maiores
feitas para voares mais longe
E teu coração uma caixa de música por abrir...
Pobre de ti...
Foge, voa para bem longe...
Embora te tenham cortado tuas asas brancas,
não cortaram as que ficam no teu coração.
Voa para bem longe…
Voa para o meio dos espinhos das roseiras,
um lugar onde Deus não te venha procurar
porque é incapaz de ver a beleza destes.
Protege com o teu manto negro os mal-amados,
aqueles (tais como os espinhos)
que foram renegados por Ele
só por serem diferentes.
Vai! Faz isso por mim...
Porque se não o fizeres
mais ninguém será capaz de o fazer...

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P.S- Caso estejam interessads em adoptar 1 animal d estimação passem por este site: http://adoptar.no.sapo.pt/
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E ñ s esqueçm! É melhor adoptar k comprar!!!!! :)

* >_> please comentem...*
"Não tenho medo nem de chuvas tempestivas, nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite "

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